quinta-feira, 12 de junho de 2008

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Sharks 3@2 Chemicals

O jogo que terminou como não devia

Pela 7a vez o calabouço dos Chems esteve lotado. Em busca de manter seu aproveitamento 100% em casa, os Chems voltaram em clima de festa e despedida ao gelo local.

O jogo começou promissor, porém brigado ao extremo. Os Chems, mais aguerridos e apoiados pela torcida, provocavam erros do elenco goiano, provocando nada menos do que 11 minutos de penalidade logo nos primeiros 20. Acurralados, os Sharks acabaram sofrendo dois gols consecutivos dos sens quando se transcorria o 14o minuto do primeiro período. Trapanier e Davidson foram os responsáveis pelo placar inicial.

No segundo período, com mais conservadorismo e vantagem consolidada, os Chems se fecharam expondo Wells ao ataque dos tubarões. Wells foi obrigado a fazer ujam sequência de boas defesas no PP adversário aos 11:53 do período, mas apesar da troca de 19 tacadas parte a parte, nada mudou significativamente.

O cenário foi bem diferente no terceiro período. Durante metade dele, o jogo se manteve equilibrado com bons lances de ambos. Porém, nos derradeiros 10 minutos finais, faltou as pernas e o coração ao elenco local. Os Sharks se aproveitaram de duas vantagens numéricas para igualar o placar em menos de 5 minutos, fechando a fatura faltando menos de 3 minutos e meio.

A reação química parecia que viria, mas foi muito tarde. A arena ficou calada frente ao espetáculo e garra dos Sharks, se retirando silenciosamente da arena.

Após o jogo, o GG Daniel não quis dar entrevistas. Coube ao treinador TPM encarar a imprensa.

"Todo dia nós aprendemos alguma coisa,e hoje não foi diferente. Dei a chance para Payette e Quinton saírem com boas reputações, mas o que encontrei foi Robert e Charlie desmotivados em gelo. Certamente não repetirei erro semelhante" falou TPM, ao ser perguntado sobre a escalação de ambos no jogo. Payette foi o responsável pelo 2o PP que terminou no gol do empate.

TPM fez questão de ressaltar a necessidade ainda de um trabalho adicional no preparo da equipe, que tem entregado itórias certas nos minutos derradeiros. "Vamos trabalhar mais enfaticamente nisso a partir de agora. Não é hora de deixar a nossa campanha afundar".

Apesar disso, a rodada não causou muitos danos à classificação dos Chems. À exceção dos Sharks, somente os Coyotes conseguiram vencer no topo da Conferência, permitindo que os Chems mantivessem sua 4a colocação.

Os Chems continuam em casa para receber os Coyotes no Domingo, contandoo com a estréia de Khalidi e Cassaday.

CN

quinta-feira, 5 de junho de 2008

Chems acertam Big-Trade!

Em segunda mão, já que toda a lista já tomou conhecimento, os Chems acertaram a primeira troca realizada ao longo da atual temporada.

Foram-se Charles Quinton e Robert Payette. Chegam Dave Khalidi e Thomas Cassaday. Qual o grande impacto da troca?

Com a palavra, os responsáveis:

CN: Payette chegou nessa temporada a peso de ouro, trocado por uma escolha de primeira rodada. Quinton era uma das grandes apostas dos Chems. O que levou-lhes a trocar?

TPM: Não podíamos mais suportar o jogo lento e desinteressado de ambos. Payette foi escalado regularmente para atuar com os melhores do time, sendo inclusive testado como central, como solicitou. Mas o rendimento seguiu medíocre. Já Quinton vem sendo testado desde a pré-temporada. Entrou, não agradou, e frente à oportunidade que apareceu acabou sendo sacrificado.

CN: O que os Chems buscaram na troca:

TPM: Cassaday é o símbolo de qualquer time pela vontade que imprime a cada vez que entra no gelo, isso é um baita diferencial. Já Khalidi vinha sendo observado pelo nosso staff de olheiros. Foi apontado como um futuro Davidson e isso nos abriu os olhos para ele.

DR: Além disso, certamente adquirimos dois jogadores mais conscientes de seu papel defensivo e, principalmente, mais velozes no gelo.

CN: Quais os papéis que serão desempenhados por ambos?

TPM: Ambos terão sua chance de entrar no time titular. Khalidi terá um tempo razoável para demonstrar que pertence ao time principal, caso contrário passará a temporada em estágio no time minor soteropolitano. Já Cassaday, temos certeza que se tornará um ídolo soteropolitano assim que pisar no gelo. Já conhecemos ele e sabemos do que é capaz.

Chems - A Semana

Após uma suada vitória sobre os Genéricos, os Chems continuam uma complicada semana para a franquia. Os próximos confrontos devem apresentar um nível muito maior de dramaticidade para a equipe.

06/05: Sharks @ Chemicals - Numa rivalidade que surgiu enquanto ambos ainda compunham a divisão Central, e cresceu com a final de conferência realizada a 2 temporadas atrás, os Chems devem enfrentar o seu maior desafio na temporada nessa Sexta. Com o poderio ofensivo cada vez maior na presença de duas linhas que marcam pontos regularmente, os Sharks tem dominado a liga e não conhecem uma derrota desde a 4a rodada, período no qual postou um impressionante recorde de 12-0-1-0.

Apesar de tudo isso, é impossível dizer que os Sharks se resumem ao seu poderio ofensivo. Blake e Harmon compõem uma sólida defesa que ainda possui Neely para segurar as pontas.

Nesse jogo, os Chems serão obrigados a se utilizar do anêmico PP, já que os Sharks costumam ceder diversas oportunidades de vantagem numérica nos seus jogos. Além disso, tem que mostrar mais uma vez a força de sua torcida no Mercado Modelo, aonde os Chems tem um histórico invicto de 6 vitórias em 6 jogos disputados.

08/06: No Domingo é dia de enfrentar os revigorados Coyotes de BH. Após um instável início de temporada, o time se vê novamente na briga pelo topo, já ameaçando o Comando pela 5a colocação no Norte. Um avitória sobre os Chems seria meio caminho andado para tomar a divisão Minas-Rio de assalto.

Sob o comando do grupo que compõe discutivelmente o melhor elenco de centrais da liga, os Coyotes tem contado com o reforço pontual de Keczmer para se reabilitar. A grande dúvida mineira deve residir em quem será o goleiro. Enquanto Loewen surpreende a liga com um histórico perfeito de 4 vitórias e 91.9% de defesas, Belanger sofre para se manter como titular com um sofrível histórico de 6 vitórias e 7 derrotas - muito pouco para o time em que atua.

Nesse jogo, os Chems terão que se valer da vulnerabilidade de algumas das linhas dos mineiros. Apesar de perigosos ofensivamente, alguns jogadores do elenco apresentam um rendimento muito baixo até o atual momento da temporada.

04/04: Chemicals 4 @ 3 Genéricos

Os Chems abriram essa semana em um estado crítico. Após participar da elite dominante da liga, o time não encontra seu rumo.

Sem 3 dos seus 4 principais asas direitos, a química previamente encontrada no início da temporada parece cada dia mais distante. O artilheiro, Slayer, deixou a dupla dinâmica formada com Haslett desfalcada como um cantor de dupla sertaneja em carreira solo. A ausência de Milpark continua sendo o mesmo que os Rolling Stones sem Mick Jagger.

Os problemas não param por aí. Dodds, geralmente sofrendo com a relação de amor e ódio com a torcida soteropolitana, mas contribuidor importante no ataque químico está fora da temporada. Trapanier e Cox sofrem para readquirir o ritmo do início de temporada. E o ataque, outrora potente como uma usina nuclear, se encontra mais parecido com fogos de artifício no momento - só assustam os times na base da liga.

Mas nem tudo são más notícias. Os Chems já contabilizam até o momento 24 pontos em 17 rodadas. Pelas contas históricas, com um aproveitamento de .500 é possível atingir a pós-temporada. Isso significa que faltam 24 pontos para serem conseguidos em 31 rodadas. Além disso, por bem ou por mal, os Chems ainda estão em 6o lugar na classificação geral - apesar de já terem caído para a 4a posição dentro da conferência.

Vamos então para a agenda dos Chems na semana:

04/05: Confronto com os Genéricos. Foi um jogo de 4 pontos, já que os Genéricos atualmente estão na 9a posição dentro da conferência, sendo a primeira ameaça para os classificados aos POs do Norte. O resultado ajudou os Chems a se reestabelecer.

Pelo domínio estabelecido nos dois primeiros períodos, o jogo poderia ter sido muito mais fácil. Ao longo desses períodos, os Chems dominaram seu oponente distribuindo 26 tacadas contra 16 dos anapolinos. O placar já marcava 4-1 a favor dos soteropolitanos ao final dos 40 minutos iniciais.

Porém, em um lapso generalizado da 1a linha, o jogo ficou perigoso nos minutos finais devido à atuação displicente da parte soteropolitana. No final, um 4-3 suado e comemorado.

"Se o jogo tivesse mais 5 minutos de duração, o resultado pdoeria ser totalmente diferente. Dormimos no período final, e isso é inaceitável em qualquer jogador que vista nossa camisa" destacou TPM, treinador dos Chems.

"Temos que comemorar a vitória e os dois pontos. Mas certamente as coisas não podem continuar funcionando assim" resumiu Daniel, GG dos Chems.